Sim, na Alemanha há línguas que correm esse perigo e juntamente com a língua, desaparece um patrimônio cultural significativo de vocabulário, histórias e ricos aspectos das tradições de um povo. O Frísio do Norte, falado por cerca de 10 mil pessoas, e o Frísio de Saterland, por apenas mil  são classificados no Atlas como “Severamente ameaçados” . Falado pelos avós, sendo entendido pelas gerações dos pais, mas não falado ou ensinado por estes a seus filhos.

Também o Sórbio, utilizado em regiões do nordeste alemão (como Lausitz e Spreewald, no estado de Brandenburgo) só é falado por cerca de 20 mil pessoas. Ele é categorizado como “Realmente ameaçado”, pois não será aprendido por muito mais tempo como língua materna. Para garantir a sobrevivência das línguas, iniciativas nacionais e internacionais estão sendo tomadas. Universidades e organizações da sociedade civil também se mobilizam e articulam ações para garantir a proteção de tão valioso patrimônio cultural.

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