O  júri encabeçado pela presidente do Instituto Goethe, Jutta Limbach, decidiu-se, entre 22.838 sugestões de 111 países, pela palavra Habseligkeiten (literalmente: pertences).

Segundo Limbach, a numerosa participação demonstra o interesse generalizado pela língua alemã. O segundo lugar coube a Geborgenheit (proteção, segurança) e o terceiro ao verbo lieben (amar). O concurso contou com o apoio da Deutsche Welle, entre outras instituições.

Liebe (amor) foi a favorita do público. Contudo, o critério do concurso não foi o número de votos, mas sim “o charme da justificativa”. Entre os demais jurados estiveram o cantor Herbert Grönemeyer, o escritor Uwe Timm e o diretor de cinema Josef Vilsmaier. Doris Kalka, a “dona” da palavra vencedora, foi premiada com uma viagem à Ilha Maurício.

Para além de sua conotação quotidiana de “últimas posses” (Habe = posses), Habseligkeiten, inclui o conceito de selig (feliz, abençoado). Assim Kalka justificou sua escolha: “A palavra não se refere à propriedade, à fortuna de alguém, mas sim a seus haveres. E isso com um toque amigável e compassivo, tornando o proprietário simpático e amável a nossos olhos. Um representante típico dessa classe de proprietário é meu filho de seis anos, que esvazia o conteúdo de seus bolsos para se alegrar com a riqueza, a variedade de sua adorada coleção”. Além disso, tratar-se-ia de uma palavra tipicamente alemã, “composta de duas palavras totalmente opostas”.

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