Trata-se de uma obra-prima de Vilém Flusser por ser o primeiro livro desse pensador e, também, por ser um livro absolutamente ímpar. Nunca antes e nem depois discutiu-se uma filosofia da língua como neste trabalho, baseado não apenas na informação de um erudito como também na vivência de um poliglota exilado.

Língua e realidade foi escrito em português por um filósofo tcheco que usualmente escrevia em alemão. A partir da sua redação, Flusser sentiu-se incorporando o português como uma terceira língua materna.

Anatol Rosenfeld, ao resenhar Língua e realidade em 1964, discordou das teses de Flusser mas, ao mesmo tempo, recomendou a leitura do seu livro, que considerou “magistral”. Reconheceu no trabalho intuições profundas e percebeu nas análises modelos de argúcia. Pela originalidade, considerou-o um livro poético, formulando talvez o elogio mais perseguido pelo próprio filósofo.

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